A ideia é mobilizar a sociedade para participar ao longo do ano de ações voltadas ao enfrentamento do problema vivido por 45 famílias de catadores de berbigão da Tapera.
Estas famílias dependem da atividade para o seu sustento imediato e estão impedidas de trabalhar por conta do embargo da Fatma decorrente do vazamento de óleo de um transformador da Celesc.
O Secretário Alessandro Balbi Abreu adianta que a Prefeitura pretende apoiar a comunidade, que hoje faz a colheita, o descasque e a venda do berbigão de forma artesanal, não só em caráter emergencial. A administração municipal considera importante profissionalizar a atividade.
Neste sentido, a SEMAS já está prestando orientação para que seja criada a Associação dos Catadores de Berbigão. Através da entidade, os próprios catadores de berbigão teriam condições de captar recursos junto à iniciativa privada por meio de projetos, e de investir em capacitação, por exemplo. A reestruturação do trabalho também contará com a participação do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis (IGEOF).
Emergencialmente, a Prefeitura já iniciou a concessão do benefício eventual auxílio-alimentação por dois meses às 45 famílias de catadores de berbigão da Tapera. Além disso, os Centros de Referência de Assistência Social da Tapera e do Rio Tavares estão fazendo um acompanhamento das famílias.