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Secretaria Municipal do Continente

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22/10/2013 - Continente
Reunião discute tarifa social de água para o Continente
Tarifa poderá chegar para famílias carentes das comunidades Novo Horizonte, Chico Mendes e Nossa Senhora da Glória

foto/divulgação: Catia Rodrigues/SMC

Uma nova reunião na Casan foi marcada para esta quarta-feira (23)

A Secretaria do Continente participou mais uma vez nesta terça-feira (22) de uma reunião com a gerência da Casan e com as lideranças das comunidades da Novo Horizonte,Chico Mendes e Nossa Senhora da Gloria para solicitar a possibilidade da tarifa social para cobrança de água.

  

A tentativa da secretaria em auxiliar no caso dos moradores começou na metade do ano e pretender ajudar na solução do problema que vem causando transtornos aos moradores. Muitos deles estão com contas de água em atraso há muito tempo enquanto outros, mesmo com perfil para se beneficiar com a tarifa social, ainda não conseguiram realizar o cadastro.

  

Estavam na reunião o secretário do Continente João Batista Nunes, o superintendente da Casan, Carlos Alberto Coutinho, os líderes comunitários, Afonso kavalero,Maria de Lourdes Moreira, Antonio Joel e a representante da secretaria de habitação Kelly cristina vieira, além do vereador Lino Peres.

 

Nesta quarta-feira (23) uma nova reunião foi marcada para às 15h na Casan reforçando a possibilidade de acordo entre a companhia e os moradores.

 

Entenda o caso

 

Munidos de contas de água que ultrapassam o valor de R$ 7 mil em determinados casos (em uma única casa, por exemplo) os líderes comunitários destas comunidades pedem pela liberação da tarifa social para os moradores carentes da região a exemplo do que ocorre na ilha, no Maciço do Morro da Cruz.

 

Muitas das faturas estão atrasadas há anos e os moradores não conseguem entrar em acordo para o pagamento com a Casan. Durante as reuniões que já ocorerram entre Casan, moradores e secretaria do Continente, o superintendente da Casan Carlos Alberto Coutinho explicou que os casos serão analisados, mas as dívidas não poderão ser postergadas, nem anuladas.

 

Cada consumidor terá que pagar o valor devido das faturas, no entanto, este poderá ser diminuído os juros e parcelado de uma maneira que o morador consiga pagar.


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