Iniciam nesta segunda-feira (8) de julho as obras da última fase da implantação de saneamento que deixará a região continental 100% coberta pelo serviço. A empresa contratada pela Casan irá começar pelo bairro Abraão, depois segue para Capoeiras, Vila Aparecida e Chico Mendes.
A pedido da Secretaria Municipal do Continente, a Casan irá começar pelas ruas secundárias, dando preferência as de menor movimento, como as sem saída, por exemplo. No dia 8 a obra começa pela rua Luis Gongaza Lamego, onde deve permanecer até o dia 16.
Durante as obras, a empresa irá trabalhar das 7h30 às 18h e neste horário a rua ficará em meia pista. Depois, as obras irão chegar às ruas arteriais dos bairros, ou seja, aquelas com maior fluxo de veículos. O cronograma delas será divulgado quinzenalmente à população.
Possibilidade de trabalhar à noite nas ruas de maior movimento
Para evitar congestionamentos, em ruas como João Meirelles, Ivo Silveira, Santos Saraiva e Dib Cherem, a secretaria do Continente solicitou que as obras ocorram no período noturno, ou seja, das 21h às 6h, mas nestas localidades as obras começam mais tarde, depois que a empresa encerrar os trabalhos nas ruas de menor movimento.
Obras devem se estender por dois anos
As obras de saneamento na região Continental ficarão prontas em até dois anos, mas podem ser prorrogadas (se houver longos períodos de chuva e demais problemas que possam atrasar o andamento dos serviços). A ampliação das redes de esgoto do Continente foi orçada em R$ 12,4 milhões com recurso do governo federal.
A execução da obra prevê também a implantação de 33 mil e 367 metros da rede coletora, com seis estações elevatórias e irá proporcionar mais de três mil ligações domiciliares.
Casan deverá repavimentar toda a rua ao final da obra
Em documento assinado pelo secretário do Continente, João Batista Nunes, e do pelo secretário de Habitação Rafael Hahne, a prefeitura só autorizou o início das obras se a Casan se comprometesse a repavimentar completamente a via aberta para a tubulação após o término das obras, como não ocorria até o ano passado.
"Não podemos mais aceitar que a empresa vencedora da licitação abra as ruas e depois não conserte o asfalto de modo que ele não venha a ruir já na primeira chuva. Vamos acompanhar isso até o fim das obras", disse João Batista Nunes.