Há dois meses, os alunos do Centro Social Marista ao fazerem Educação Física, encontraram um gambá morto, provavelmente a mãe, e seus filhotes na bolsa (marsúpio). Como o Departamento de Educação Ambiental já havia trabalhado com as crianças, e elas com consciência de preservação ambiental, ligaram para o DEPEA.
A partir de então, os três filhotes sobreviventes, moraram com a Bióloga e Educadora Ambiental Sayonara de Castilhos Amaral. “Um copo de leite, gema de ovo, mel e 5ml de complexo vitamínico”, esclareceu a Bióloga em relação a alimentação dos filhotes.
São animais onívoros que alimentam-se de praticamente tudo. Estes animais têm o movimento lento e nas cidades são frequentemente atropelados por sua visão ficar ofuscada pelos faróis, em árvores seus movimentos já não são tão lentos, e estes conseguem se prender com sua calda pênsil nos galhos das árvores.
Hoje, os gambás foram reintroduzidos na natureza, no Parque Ecológico do Córrego Grande. Foram nomeados como Maik, Holli e Juju.