A queda também foi registrada nos casos de Sífilis em gestante que passaram de 31,6 casos por 1.000 nascidos vivos, em 2018, para 24,8 casos por 1.000 nascidos vivos em 2019. Em relação à Sífilis congênita, Florianópolis apresentou, em 2019, taxa de incidência inferior à do Brasil, transitando de 10,4 casos por 1.000 nascidos vivos, em 2018, para 7,9 casos por 1.000 nascidos vivos em 2019.
A redução foi o reflexo do trabalho conjunto da Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Saúde e profissionais da área que passaram a oferecer um protocolo específico de tratamento para a doença e orientar os profissionais de saúde sobre a importância do tratamento. Na Capital, houve implantação da estratégia de testagem universal e aplicação da penicilina em Centros de Saúde associadas com a vigilância e busca ativa dos casos.
Apesar dos dados apontarem diminuição de casos os números ainda são altos na Cidade, por isso a administração municipal orienta que toda população deve realizar testagem e tratamento para a doença. Todas as Unidades de Saúde de Florianópolis oferecem teste e tratamento para a doença. A indicação é que quem tem vida sexual ativa faça o exame todo ano, ou após exposição de risco, bem como gestantes no pré-natal.