SEMAS

Secretaria Municipal de Assistência Social

Gestão fiscal, tributária e financeira para uma cidade mais eficiente.

04/11/2013 - Social
Assistência Social: a interação com as comunidades
Entidades parceiras apresentaram serviços e discutiram soluções para os problemas da população

foto/divulgação: Divulgação

Os encontros ocorrem na terceira sexta-feira de cada mês

Visando a levar mais informações à população sobre os serviços prestados, a Secretaria Municipal de Assistência Social tem promovido desde abril encontros com a comunidade do Norte da Ilha. Os servidores da rede socioassistencial pública, privada e da rede setorial de outras políticas estão fazendo uma troca de experiências entre eles, buscando soluções para os problemas comuns na localidade.

Para Marliange da Silva Pereira, diretora da Proteção Básica, esta articulação é primordial para a construção de ações práticas na execução. "Os encontros trazem muitas informações e a busca pelo melhor atendimento à população”, explicou.

Inicialmente foi enfatizada a importância de construir um fluxo de informações e trazer a discussão sobre o território de atuação. Nos encontros foram apresentadas diversas entidades que prestam atendimento no Norte da Ilha, além dos serviços da Prefeitura.

Alguma das entidades e serviços apresentados foram: ASAS (Associação Social Amigos Solidários); IGK (Instituto Guga Kuerten); CEC (Centro de Educação Complementar) Vila União e Monte Verde; NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família) e UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Norte, CEUF (Centro Espírita União Fraterna), Associação de Moradores da Vargem Grande; Ação Social Paroquial dos Ingleses; CAPs AD, LA/PSC, PAEFI, Creches Franklin Cascaes e Doralice Teodoro Bastos, Seara Espírita Entreposto da Fé e Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC).

Segundo Marliange, a apresentação das creches teve grande destaque, em vista do problema da falta de vagas. “Os participantes ficaram muito satisfeitos pelas informações dadas sobre portarias, legislações que determinam quantidade de crianças em sala, os cuidados prestados por esses profissionais, bem como o comprometimento com a qualidade do atendimento às crianças”, disse a diretora.

Em uma segunda etapa, a intenção é o estabelecimento de estudos de caso de famílias que estão sendo atendidas, tanto por unidades estatais, como por ONGS e estabelecimento de fluxos de atendimento. Os encontros são mensais e ocorrem na terceira sexta-feira de cada mês nos espaços disponibilizados pelos integrantes da rede.