SEMAS

Secretaria Municipal de Assistência Social

Gestão fiscal, tributária e financeira para uma cidade mais eficiente.

26/10/2015 - Social
Mostra do Sul da Ilha leva cultura aos moradores
Evento em segunda edição movimentou o Parque Cultural do Campeche, neste domingo (25)

foto/divulgação: Divulgação

Mostra Cultural leva arte aos moradores do Sul da Ilha

A II Mostra Cultural do Sul da Ilha reuniu centenas de moradores da região neste domingo (25), no Parque Cultural do Campeche. Promovido pelo CRAS do Rio Tavares, o evento foi prestigiado por diversas famílias que puderam participar das atrações musicais, oficina de compostagem e de yoga, além da exposição de artesanato e da oficina de fotografia.


A ação comunitária integrou os serviços de Proteção e Atendimento Integral à Família, que fazem parte da política de Assistência Social do Município. Com o objetivo de dinamizar as relações no território, agregando diferentes grupos a partir das iniciativas culturais, a mostra visa à comunicação comunitária, à mobilização social e ao fortalecimento de vínculos entre as diversas famílias.


Participaram da II Mostra artesãos, artistas, bandas musicais, DJs, entre outros profissionais. Os técnicos do CRAS estiveram presentes para informações sobre benefícios, projetos, programas, serviços sócio assistenciais e cursos.


Entidades de apoio: Associação de Moradores do Campeche (AMOCAM), Associação Comunitária do Morro das Pedras, Rádio Campeche, Centro de Promoção da Agricultura Urbana (CEPAGRO), IGEOF e Grupo de Artesãos e Artistas Independentes do Sul da Ilha (GAAI).


Parque


O Parque Cultural do Campeche conta com um espaço de 120 mil metros quadrados e nos anos 20 era ponto de escala da rota de correio da Aeropostale, empresa de avião francesa. Ali chegou a circular o escritor Antoine de Saint Exupéry, mais conhecido pelos pescadores e comunidade como Zé Perri. De acordo com Elaine Tavares, da Rádio Comunitária do Campeche:


“Com as melhorias na tecnologia dos aviões, a rota da Aeropostale mudou e o velho campo de pouso ficou esquecido. Ainda assim, até hoje ele existe – sob a guarda da Aeronáutica – e povoa o mundo simbólico da comunidade ilhoa. As histórias de Zé Perri e a amizade que tinha com o pescador Deca Rafael, as memórias da presença dos demais pilotos franceses, a velha casa onde os aviadores pernoitavam, tudo isso segue vivo na vida de todos. ”