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Educação

27/03/2026

Crianças de creche de Florianópolis preparam tainha

A experiência ocorreu no Núcleo de Educação Infantil Municipal Professora Alessandra Abdalla, na Tapera

Secretaria responsável: Secretaria Municipal de Educação

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A iniciativa despertou curiosidade, autonomia e interesse, favorecendo atitudes mais abertas em relação aos alimentos.
Arquivo SME

As crianças de 3 anos do Núcleo de Educação Infantil Municipal  (Neim) Professora Alessandra Abdalla, na Tapera, participaram de uma proposta culinária para aumentar ainda mais o contato com os sabores da Ilha.  Elas foram apresentadas à tainha, peixe tradicional do litoral catarinense. E não só ficaram olhando, ajudaram ativamente no preparo, temperando o alimento e acompanhando todo o processo até a degustação.

 

 

 

A tainha foi levada ao forno pelas cozinheiras Ivani dos Reis, Lucileide da Silva e Carmem Carneiro Pratts. No final, no refeitório, as 16 crianças saborearam o peixe  assado com pirão e suco de abacaxi.  

Durante essa experiência, foi possível observar falas espontâneas que evidenciaram o envolvimento e a alegria do grupo. “Eu amei esse peixinho”, “estamos em um restaurante”, “eu nunca fui em um restaurante” e “que delícia!”.  Conforme a professora Júlia Reis, essas expressões revelam não apenas o entusiasmo, mas a ampliação de repertórios e vivências das crianças, que puderam experimentar novas sensações e significados.

 

 

A iniciativa despertou curiosidade, autonomia e interesse, favorecendo atitudes mais abertas em relação aos alimentos.   Reafirmou também a importância de práticas pedagógicas que integram o brincar, a investigação, a convivência e a construção coletiva de saberes. Além de Júlia Reis, são professoras do grupo Luciane Toledo, Rosângela da Silva e Josiele Costa.

 

 

Outra experiência das crianças de 3 anos do Neim Professora Alessandra Abdalla foi o contato com o mar. Acompanhadas de profissionais da unidade educativa, as crianças rumaram para a praia, distante 10 minutos. 
Um barco foi trazido à beira d’ água para que pudessem subir e explorar o equipamento. Isso favoreceu o fortalecimento do vínculo com o espaço, o desenvolvimento da linguagem oral e o sentimento de pertencimento  à cultura local.

 

 

Tiveram oportunidade de conversar com os pescadores Paulo César Correia e Cláudio José dos Reis. Observaram o lançamento de uma rede de pesca, ao mesmo tempo em que molhavam os pés num dia de calor.