Fiscalização contou com apoio da Vigilância Sanitária e da Guarda Municipal
Documentação obrigatória de funcionamento, incluindo alvará sanitário, alvará do Corpo de Bombeiros e comprovação de registro profissional junto ao órgão de classe competente. A clínica compareceu à audiência administrativa, porém não apresentou os documentos solicitados pelo Procon, motivo pelo qual foi realizada fiscalização in loco no estabelecimento.
“O nosso papel, enquanto órgão de defesa do consumidor, é primeiramente garantir a segurança do cidadão de Florianópolis e é isso que buscamos em ações como essa. A interdição se fez necessária diante das graves irregularidades que nossos fiscais constataram no local. Vamos seguir acompanhando o caso para garantir que nenhum outro consumidor seja lesado ou colocado em risco”, destacou o diretor do Procon de Florianópolis, Tiago Silva.