A ação solicitando análise judicial teve como principal objetivo o interesse público e a garantia da continuidade da prestação dos serviços municipais. Com a paralisação em curso, escolas, creches e unidades de saúde foram afetadas pela ausência dos profissionais que aderiram ao movimento grevista, com prejuízos diretos àqueles que dependem exclusivamente da rede pública.
“O sindicato está cobrando da Prefeitura a adoção de medidas que são ilegais sob o ponto de vista constitucional, além de abusivas. Já garantimos uma série de benefícios às demandas apresentadas pela categoria, incluindo a recomposição da inflação, pautada na data-base, mas não podemos continuar o diálogo até que todos os profissionais estejam de volta ao trabalho”, afirma o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto.