Atualmente, das 22 famílias que eram acolhidas pelo serviço, oito permanecem no local e já estão sendo acompanhadas por equipes técnicas em um processo gradual e individualizado de desacolhimento. Paralelamente, equipes multidisciplinares desenvolvem acompanhamento social voltado ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, ao acesso à documentação civil, à inserção no mercado de trabalho e à promoção da autonomia das famílias.
Nos casos em que a transição para a moradia autônoma não possa ser concluída até o encerramento das atividades, o acolhimento será mantido por meio da rede credenciada da Secretaria Municipal de Assistência Social, assegurando que nenhuma pessoa ou família fique desassistida durante esse processo.
A medida é especialmente importante para famílias imigrantes que ainda enfrentam dificuldades relacionadas à regularização documental e, consequentemente, à abertura de contas bancárias e à formalização de contratos de locação.