A Prefeitura de Florianópolis, através da Secretaria de assistência Social e a parceria da guarda Municipal, continua com a internação involuntária, implementando um novo modelo que inclui a contratação de vagas em clínicas particulares para garantir tratamentos mais longos. O objetivo é ampliar a capacidade de atendimento e dar seguimento a tratamentos mínimos de 90 dias para pessoas em situação de rua com transtornos mentais ou dependência química, quando elas não aceitam acolhimento voluntário.
Segundo o prefeito Topázio Neto, a internação involuntária ocorre em casos graves em que o indivíduo não tem condições de decidir por si mesmo, com avaliação de equipes multidisciplinares e um psiquiatra, oferecendo um tratamento completo, com duração de até 90 dias, em clínicas particulares credenciadas.
Topázio ainda acrescentou que a prefeitura incentiva o registro de boletins de ocorrência (B.O.) em casos de pessoas em situação de rua que causem danos, pois isso facilita os encaminhamentos para internações involuntária, citando o caso de um homem que estava incomodando moradores e pessoas em geral, no norte da ilha recentemente.
O Prefeito falou desse assunto em suas redes sociais: