CeDRA (Avaliação, Reabilitação, Aprendizagem)
EQUIPE
Psiquiatra: Joana Silveira Pargendler
Psicólogos: Camila Ferreira Boa Sorte, Bruna Peruch Hilário, Flávia Dias Caner, Mariana Valença Marcondes
Pediatra: Mirella Ávila Torquato
Pedagogas: Christiane Ramos Coutinho, Taynara Ohana Muniz Corrêa, Juliana Melim
Assistentes Sociais: Keila Cristine Arimura, Rosane de Fátima Silva Rodrigues
Artista Plástica: Francis Pacheco
Fonoaudióloga: Francine Silveira Maciel Monteiro
LOCALIZAÇÃO E CONTATO
Endereço: Rua Esteves Júnior, 280 88015 130 Centro . Florianópolis - SC .
Tel: (48) 92000 8273
E-mail: cedra@sme.pmf.sc.gov.br
Horário de funcionamento: 7h às 19h (Segunda à Sexta)
NOSSA HISTÓRIA
O Centro de Avaliação, Reabilitação e Desenvolvimento da Aprendizagem – CeDRA, foi instituído em 11 de julho de 2019, pelo Decreto nº 20.473, do município de Florianópolis, considerando a integralidade da assistência estabelecida na Constituição Federal de 1988, na Lei Orgânica do Município e na Lei nº 8080 de setembro de 1990, e pela soma de esforços da Secretarias Municipais de Assistência Social, Saúde e Educação.
A criação do Centro tornou-se necessária uma vez que o município não dispunha de um serviço de referência que atendesse às demandas escolares voltadas à assistência das dificuldades na aprendizagem causadas pelos Transtornos do Neurodesenvolvimento.
O CeDRA realiza avaliação, diagnóstico e intervenção/reabilitação de crianças e adolescentes de 7 anos até 14 anos 11 meses e 29 dias, residentes no município de Florianópolis e matriculados na Rede de Ensino, com suspeita dos seguintes transtornos do neurodesenvolvimento: Transtornos Específicos da Aprendizagem e Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade com prejuízo na aprendizagem.
NOSSO PÚBLICO
Os transtornos do neurodesenvolvimento são um grupo de condições que se manifestam precocemente, em geral antes de a criança ingressar na escola, sendo caracterizados por déficits que acarretam prejuízos no funcionamento pessoal, social, acadêmico ou profissional. Os déficits variam desde limitações muito específicas na aprendizagem ou no controle de funções executivas até prejuízos globais em habilidades sociais ou inteligência.
O CeDRA realiza avaliação, diagnóstico e intervenção/reabilitação de crianças e adolescentes de 7 anos até 14 anos 11 meses e 29 dias, residentes no município de Florianópolis e matriculados na Rede de Ensino, com suspeita dos seguintes transtornos do neurodesenvolvimento:
- Transtornos Específicos da Aprendizagem (TEAp);
- Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade com prejuízo na aprendizagem.
Transtornos Específicos da Aprendizagem (TEAp)
Os transtornos específicos da aprendizagem (TEAp) afetam as habilidades básicas de leitura, escrita e/ou processamento numérico e aritmética, de forma distinta ou combinada.
· Discalculia
· Dificuldade na matemática
· Dislexia
· Dificuldade na leitura
· Disortografia
· Dificuldade na escrita
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico que aparece na infância e que na maioria dos casos acompanha o indivíduo por toda a vida.
O TDAH caracteriza-se pela combinação de sintomas de desatenção e/ou hiperatividade e/ou impulsividade. É importante dizer que o TDAH não é uma doença, portanto não existe uma cura para solucioná-lo e sim um tratamento para melhor conviver com ele.
Os sintomas se manifestam antes dos 12 anos. O diagnóstico pode ficar mais evidente a partir do momento que a criança vai para a escola, pois a criança com TDAH pode apresentar dificuldade em prestar atenção à aula, responder as questões sem terminar de ler e não conseguir ficar parado.
Qual a diferença entre a dificuldade de aprendizagem e o Transtorno de Aprendizagem?
A dificuldade de aprendizagem é uma condição passageira que acontece quando influências do mundo externo dificultam o processo de aprendizagem.
O transtorno de aprendizagem é uma condição neurológica que afeta a aprendizagem e o processamento de informações. Diferente da dificuldade de aprendizagem, o transtorno de aprendizagem é permanente.
Como encaminhar?
As crianças/adolescentes entre 7 até 14 anos 11 meses e 29 dias que apresentarem suspeita dos seguintes transtorno do Neurodesenvolvimento (Transtornos Específicos da Aprendizagem e Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade) deverão ser avaliados na atenção primária de saúde e preferencialmente ser realizado acolhimento/discussão no grupo de escuta do Programa de Saúde na Escola - PSE.
O encaminhamento deve ocorrer via Atenção Primária à Saúde APS (ESF - Estratégia de Saúde da Família) após preenchimento dos Instrumentos (escola e saúde) presentes no protocolo de acesso e sua inserção na Regulação Municipal via CELK.
OREINTAÇÕES AOS PAIS
Caros pais ou responsáveis,
A equipe do CeDRA pontua algumas atitudes que podem colaborar com as crianças e adolescentes que possuem dificuldades na aprendizagem:
1. Higiene do sono
A higiene do sono pode ser definida como um conjunto de hábitos que auxiliam ao individuo alcançar uma noite de sono tranquila e reparadora.
Sendo assim procure manter o quarto escuro na hora de dormir e com uma boa ventilação. Não utilize o celular e/ou assista televisão, pois a iluminação desses aparelhos podem alterar o sono. Tenha uma cama confortável e limpa. Estas são algumas medidas que podem auxiliar no seu descanso.
2. Reduzir uso de telas
Estipule um limite ao uso de telas, seja de celular ou televisão. Defina um horário em que é permitido o seu uso. Recomendação:
• 0 a 2 anos: não recomendado;
• Entre 2 e 5 anos: limitar a uma hora por dia;
• Entre 6 e 10 anos: limitar o tempo de tela a uma ou duas horas por dia;
• Entre 11 e 18 anos: manter a exposição às telas entre duas e três horas por dia.
Importante: MONITORE O QUE AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES ESTAO ACESSANDO! Tenha conhecimento sobre o que eles estão assistindo.
Riscos sobre o uso excessivo de telas: atraso de linguagem e de aprendizagem, dificuldade de simbolizar (imaginação), dificuldade na interação social, desatenção, irritabilidade, alterações no sono e obesidade.
3. Atividades ao ar livre
Estimule as atividades ao ar livre. Correr, pular, brincar são atividades essenciais para um desenvolvimento saudável e consequentemente para a manutenção da saúde física e mental.
4. Estabelecer rotinas (por escrito)
Estabeleça a rotina a ser seguida no dia-a-dia da criança ou adolescente preferencialmente de forma escrita, para uma melhor visualização.
5. Alimentação saudável
Disponibilizamos o Guia Alimentar da População Brasileira para o auxílio da organização de uma alimentação saudável:
6. Estabelecer regras claras e objetivas
A comunicação com crianças e adolescentes com TEAp precisa ser clara, com frases curtas e diretas. Pergunte se eles entenderam a mensagem e peça para repetir.
7. Tempo de qualidade
Estabeleça momentos de interação e brincadeiras em casa fortalecendo o vínculo familiar e a autoestima com a criança ou adolescente.
8. Comunicação acolhedora
A comunicação com a criança ou adolescente deve acontecer de forma acolhedora de modo a ajudá-los a se tornar mais receptivos aos relacionamentos e a desenvolver habilidades sociais.
Psiquiatra: Joana Silveira Pargendler
Psicólogos: Camilla Ferreira Boa Sorte
Daniel Tarsis Ferreira de Lima
Flávia Dias Caner
Mariana Valença Marcondes
Pediatra: Mirella Ávila Torquato
Pedagogas: Christiane Ramos Coutinho
Taynara Ohana Muniz Corrêa
Estagiária: Suzana Estefânia Pereira
Assistentes Sociais: Keila Cristine Arimura
Rosane de Fátima Silva Rodrigues
Artista Plástica: Francis Pacheco
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